As principais dúvidas do controle de acesso em órgãos públicos



A sede de espaços de governos ou órgãos públicos está sempre sujeita a regras especiais no que se trata de diversos assuntos. Em relação a instituições privadas, sejam elas empresas ou espaços pessoais, essas diferenças tornam-se ainda mais evidentes.

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, por exemplo, é um exemplo atual de como diversos tipos de permissões para esses locais são diferentes. No caso da norma, algumas instituições públicas são isentas de consentimento do usuário para o tratamento de dados, devido à sua natureza de necessidade.

Partindo do princípio que a natureza dessas instituições é singular, vários outros aspectos de seu funcionamento serão inusuais. Um deles é o controle de acesso, que possui algumas particularidades.
 

As particularidades dos órgãos públicos


É importante, ao pensar em controle de acesso nesses órgãos públicos, levar em conta suas particularidades. Por exemplo, deve-se lembrar de garantir não apenas a segurança dos colaboradores, mas a dos visitantes, que podem ser em grande número, e nem sempre são identificados. Uma outra forma de garantir a segurança é pensar em controle de espaços confidenciais, definindo claramente quais métricas são utilizadas para classificar um espaço como relevante ou não.

Essas características inusuais relacionadas ao controle de acesso podem gerar algumas dúvidas em gestores e responsáveis pela contratação desse serviço em órgãos públicos. Selecionamos as quatro dúvidas mais frequentes, com respostas claras e objetivas.

Com elas, é possível entender melhor o funcionamento do controle de acesso nesses espaços. Continue a leitura deste artigo para tirar suas dúvidas.
 
1- Existe alguma legislação específica que disponha sobre o controle de acesso em órgãos públicos?

Não. É atribuição de cada departamento logístico criar os próprios padrões de controle de acesso. Porém, é necessário observar, de acordo as instâncias superiores à autarquia, se já não há decretos, portarias e disposições semelhantes, de regimento interno. Também é de suma importância que o setor responsável, ao desenvolver seu projeto que dispõe sobre controle de acesso, não se esqueça de observar a legislação sobre Pessoas com Deficiência, Idosos, Porte de Armas, e outras particularidades.
 
2- Em consideração a espaços privados, os projetos de controle de acesso para órgãos públicos custam mais caro?

Para responder a essa pergunta, primeiro é necessário levar em conta o tamanho dos espaços, as necessidades infra estruturais e o grau de relevância do patrimônio a ser protegido. Em geral, não são praticados preços diferentes em razão da natureza de órgãos públicos. Porém, em caso de licitações, é mais provável que espaços de governo recebam preços mais atrativos, graças à modalidade da contratação, que é por menor preço.
 
3- Como contratar?

A partir de um processo licitatório. Cabe ressaltar que as vendas de Nway Pro são realizadas a partir de revendedores autorizados. Consulte nossa lista para conhecer o revendedor mais próximo.
 
4- Que tipo de áreas ele pode cobrir?

Sendo as normas da legislação respeitadas, o controle de acesso pode ser aplicado a espaços, pessoas e veículos. Para se ter uma noção mais exata de quais áreas, é preciso primeiro compreender as noções específicas da sede.


 

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NwayPro, 23.SETEMBRO.2019 | Postado em Artigo


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